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Publicado em 25/11/2018    157 Visualizações

PORTO VELHO: Única cidade do Brasil em que o turista não precisa sair da área urbana para pescar

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Dentro da cidade, no rio Madeira, existem sete espécies de peixes - fotos: ASSESSORIA

Porto Velho é a única cidade brasileira em que o turista não precisa sair da área urbana para praticar a pesca esportiva. A oferta de peixes está a 10 minutos do Aeroporto Jorge Texeira, na área do Rio Madeira compreendida entre a ponte e a usina de Santo Antônio. É importante ressaltar que, na pesca esportiva, a pessoa pega o peixe e depois o devolve ao seu habitat.

 

Os turistas podem encontrar, nessa área do rio Madeira, sete espécies de peixes – Piraíba, Jaú, Pacú, Dourado, Pirarara, Piau e Jatuarana. A Piraíba é de couro e de grande porte. Atualmente eles pesam abaixo de 100 kg - até 60 kg é considerado filhote. Para fisgá-lo, é preciso utilizar iscas de peixes do tipo Matrinxâ, Cachorra e Piranha.

 O Jaú chega atingir 1,5 metros de comprimento e pesar 100 kg. Essa espécie alimenta-se de frutos, sementes, flores, insetos e, raramente, de pequenos peixes. Para pescá-lo deve ser utilizado iscas naturais, como Minhocuçu e pequenos peixes de escamas – Tuvira e Muçum.

 O Pacú é um peixe de escamas pequenas e tem em grande quantidade no rio Madeira. Chega a medir 70 cm e pesar até 20 kg. Tem hábitos alimentares diversos – o turista precisa informar-se com os moradores da região os tipos de iscas preferidas dessa espécie, segundo afirmou a Subsecretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Sedestur), que elaborou o Manual de Pesca de Porto Velho.

 O Dourado é peixe de couro, sua cabeça é prateada e o corpo claro com reflexos dourados, daí o seu nome. É de grande porte – pode chegar a 1,5 m de comprimento e pesar 80 quilos. Para pescá-lo, o turista deve utilizar peixes inteiros como Jaraqui, Curimbatá, Matrinxã, entre outros. 

A Pirarara também é peixe de couro de grande porte. É uma das espécies (de couro) mais colorida da Amazônia – tem dorso castanho esverdeado, os flancos amarelados e o ventre esbranquiçado. Atinge 1,50 m e chega a pesar 50 kg. As iscas ideais para serem usadas na captura são peixes inteiros ou filé de Traíra ou Piranha-Caju.

 Já o Piau atinge cerca de 30 cm. É uma espécie onívora, mas com tendências carnívoras. Alimenta-se especialmente de insetos. A melhor maneira de pescá-lo é utilizando insetos, minhocas, milho, além de queijo e macarrão.

Por fim, a Jatuarana, que tem dentes fortes e multicuspidados, pode chegar a um metro de comprimento e pesar 8 kg. São indicadas as iscas “colheres” “plugs”, frutos, flores, insetos, minhocas, coração e fígado de boi em tirinhas.


FONTE: ASS






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