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Publicado em 29/11/2018    48 Visualizações

Romero encara o Grêmio para evitar jejum mais longo pelo Corinthians

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O atacante Ángel Romero não vive o melhor dos seus momentos no Corinthians, mas, contra o Grêmio, neste domingo, às 17h (de Brasília), briga para que a temporada não se encerre com o seu pior jejum de gols com a camisa do Alvinegro do Parque São Jorge. Há 23 jogos sem balançar a rede adversária, o paraguaio já igualou sua pior seca desde que chegou ao clube, obtida no ano passado, em termos de minutos dentro de campo.

Peça importante na conquista do Campeonato Brasileiro do ano passado, ele só marcou em três ocasiões no torneio, justamente nos clássicos disputados como mandante. O “problema”, porém, foi que, enquanto recebeu Santos e São Paulo na quarta e na sexta rodada do torneio, o Timão só foi ser anfitrião frente ao Palmeiras na 32ª jornada.

Presente em quase todos aqueles jogos, Romero totalizou 23 jogos sem anotar um número a mais para a sua conta, compensando o intervalo com o gol inaugural no Derby, vitória marcante na arrancada para a conquista do heptacampeonato nacional. 

Dessa vez, passada a disputa do Mundial, na Rússia, Romero tomou o protagonismo para si em meio à conturbada saída do meia Rodriguinho, anotou uma vez contra o Botafogo, duas vezes contra o Cruzeiro e três vezes contra o Vasco, totalizando seis gols em quatro jogos.

O camisa 11 ainda manteve a sequência fazendo o tento do 1 a 0 sobre a Chapecoense, na Arena, mas essa partida era válida pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, no dia 1º de agosto. Essa foi, porém, a última ocasião em que ele foi às redes rivais, iniciando o longo jejum que o acompanha no momento. Ainda assim, o atacante é o vice-artilheiro do clube na temporada com 12 gols marcados, três a menos do que o líder Jadson.

Vale lembrar que o camisa 11 chegou a ficar 28 partidas sem marcar entre 2014 e 2015, mas sua participação naquela época era muito menor. Reserva em mais da metade dos jogos, ele totalizou cerca de 1.200 minutos sem gols naquela ocasião. As secas deste e do ano passado, por outro lado, já estão próximas da casa dos 2 mil minutos.


FONTE: Gazeta Esportiva






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