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Publicado em 11/05/2019    173 Visualizações

Brasileira é assassinada com tiro no rosto

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A brasileira Marisa Sherman, de 47 anos, era supervisora da Embraer em Fort Lauderdale (FL), e funcionária muito querida por todos. Ela tinha viagem marcada para visitar os pais no Brasil nesta sexta-feira (9), mas foi assassinada a tiros na quarta-feira (8), à noite, em Plantation (FL).

O assassino confesso é o marido de Marisa, o também brasileiro Fernando De Baere, de 73 anos, que atirou no rosto da brasileira, que estava sentada no sofá da sala. Segundo a polícia, depois do crime, ele guardou a arma no armário e foi até a casa de um vizinho avisar que tinha acabado de matar a esposa. O vizinho, muito abalado, ligou para a polícia.

Quando os policiais chegaram ao local, Fernando disse que os dois estavam discutindo e ela o “desrespeitou”. Muito irritado, ele foi até o quarto, pegou a arma e a ameaçou, mas “ela continuou agindo de forma desrespeitosa”. O brasileiro então atirou contra a vítima no rosto.

Fernando está preso na Broward Main Jail em Fort Lauderdale e teve a fiança negada pelo crime de assassinato e assassinato premeditado.

Uma ex-colega de trabalho de Marisa, que preferiu não se identificar, disse em entrevista ao AcheiUSA, que a discussão teria começado por conta da viagem de Marisa para o Brasil.

“Ele era completamente louco, doente de ciúmes e extremamente possessivo. Só para você ter uma ideia, ela não podia ir dirigindo sozinha para o trabalho. Não importava a hora do dia ou da noite, ele a levava e buscava da Embraer”, contou a amiga.

“Não havia uma pessoa que não gostava de Marisa no trabalho. Era uma funcionária dedicada, doce, amável, uma ótima amiga. Estamos todos devastados e com muito pena dos pais dela, que moram no Brasil”. Ela não tinha filhos.

Brasileira é assassinada com tiro no rosto, na Flórida


FONTE: ACHEIUSA

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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