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Publicado em 04/07/2019    228 Visualizações

Trágico! Mãe morre ao ver no WhatsApp que escola do filho estava sendo atacada; era tudo mentira

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Os ataques às escolas no Brasil estão deixando os pais em estado de alerta o tempo todo, pois sabem que a qualquer momento podem receber no celular uma mensagem informando sobre uma tragédia. Os últimos acontecimentos deixaram os brasileiros chocados e até hoje ninguém sabe o que fazer para garantir que estudantes e professores tenham segurança.

Na cidade de Anchieta, no litoral sul do Espírito Santo, uma mulher de 47 anos morreu nesta terça-feira (02), quando recebeu em seu WhatsApp uma mensagem informando que a escola onde um dos filhos dela estuda estava sofrendo um ataque. A mãe ficou tão assustada que acabou morrendo.

 

Essa mensagem era falsa e acabou viralizando na cidade, muitos pais chegaram a receber o falso aviso e logo trataram de entrar em contato com a escola para saber o que estava acontecendo, sendo que alguns se dirigiram imediatamente para o local.

Ana Lúcia Cardoso da Silva, ao ver a mensagem, começou a passar mal de tanta preocupação com o filho que acabou sofrendo um infarto e morreu.



Fernanda Aparecida Casale, sobrinha da mulher que morreu, contou que já era pouco mais de 11 horas da manhã quando a fake news começou a circular em alguns grupos no WhatsApp e as pessoas da cidade foram repassando como se fosse verdade, ninguém tomou o cuidado de verificar se realmente havia um ataque na escola.

Mães e pais de alunos da Escola Estadual Coronel Gomes de Oliveira ficaram desesperados, chorando e trataram de entrar em contato com as crianças ou professores. A mensagem dizia que haveria um massacre na escola, que os criminosos queriam destruir o prédio e que teria muito sangue.

Ana Lúcia vinha enfrentando problemas de saúde, inclusive de hipertensão e diabetes. O Samu foi chamado, mas a mãe não resistiu e o óbito foi confirmado. O sepultamento será no cemitério Jabaquara.


FONTE: Fonte 1news / Conexão 24 horas

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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