DETALHES DA NOTÍCIA


Publicado em 06/08/2019    111 Visualizações

Motorista de aplicativo confessa ter matado cliente que não pagou corrida

Compartilhar

Agentes da Delegacia de Homicídios de Porto Velho prenderam na manhã desta segunda-feira (5), Joel Kades Ferreira, de 28 anos, acusado de assassinar a tiros, Cézar Augusto Souza Santos, 21 anos, conhecido como Bodó, no final da tarde do dia 27 de janeiro deste ano, na Rua Amsterdã, Bairro Monte Sinai, Zona Sul de Porto Velho. O crime teria sido motivado por uma dívida da vítima de R$ 50.

 

Durante as investigações, os policiais constataram que Joel seria o autor do assassinato de César, e foi expedido o mandado de prisão preventiva. Joel soube que estava sendo procurado, fugiu para o município de Machadinho do Oeste, mas logo depois resolveu se entregar no batalhão da polícia da cidade.

Joel disse para os investigadores da Delegacia de Homicídios da Capital que na época do crime era motorista de aplicativo, e a vítima se negou a pagar a dívida das corridas no valor de R$ 150.

Ele disse ainda, que fez um desconto de R$ 100, e mesmo com o valor baixo, a vítima disse que não iria pagar e motivado pela fúria ele acabou praticou o crime.

Na delegacia, ele disse que não se arrepende de ter cometido o crime e não apresentou a arma usada no assassinato. Após ser ouvido pelo delegado, Joel foi encaminhado para Complexo Penitenciário da capital.

O crime 

César Augusto Souza Santos, 21 anos, foi executado com vários tiros em frente a um estabelecimento comercial.

A vítima foi surpreendida por Joel, que ainda chegou a cobrar a dívida, e logo em seguida efetuou vários tiros contra César. A vítima caiu agonizando e o criminoso fugiu, deixando o carro que estava para trás.

A esposa da vítima chegou a relatar para os policiais que César estava devendo R$ 50 para Joel e estava sendo ameaçado de morte.


FONTE: Rondônia Agora

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







  • COMENTÁRIOS DO FACEBOOK

    PUBLICIDADE