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Publicado em 09/08/2019    368 Visualizações

Comerciante é preso por furto de energia elétrica em Porto Velho

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Na quinta-feira (08), o proprietário de uma distribuidora de bebidas em Porto Velho foi preso em flagrante por furto de energia elétrica, o popular “gato”. A Ceron, empresa do grupo Energisa, recebeu a denúncia de que o local estava ligado clandestinamente e enviou uma equipe para fazer a fiscalização. Diante da constatação da irregularidade e da retirada dos cabos que configuravam o crime, o comerciante se alterou e foi necessária a intervenção da Polícia Militar, que encaminhou os envolvidos para a delegacia para apuração dos fatos.

De acordo com o delegado da Polícia Civil, Pedro Henrique Palharini Bastos, o comerciante foi atuado em flagrante por furto de energia elétrica de acordo com art. 155 do código penal, e estipulada a fiança de R$ 1 mil. O valor foi pago no mesmo dia e o indiciado responderá ao processo em liberdade. O delegado também determinou a perícia do local e o inquérito será concluído em até 30 dias. Depois disso, caberá ao Ministério Público apresentar denúncia à Justiça.

Segundo o gerente de combate a perdas da Ceron, Willian Barroso, o crime de furto de energia também representa risco à vida e ao patrimônio da população, uma vez que pode provocar incêndios. “A rede de distribuição é planejada para transmitir uma quantidade determinada de energia. Quando há gato, ocorre a sobrecarga do sistema e pode ocorre a interrupção do fornecimento, gerando transtorno para toda a localidade atendida por aquela rede. Com a regularização, temos o uso adequado do sistema”, explicou. De janeiro a julho desse ano, a Ceron realizou mais de 46 mil inspeções em todo o estado, sendo que em cerca de 12 mil haviam irregularidades. As denúncias de gatos de energia pode ser feitas pelo 0800 647 0120 ou pelo whatsapp (69) 9 8475 5307.


FONTE: Assessória

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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