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Publicado em 27/08/2019    279 Visualizações

BR 421: PRF recupera veículo furtado em Minas Gerais

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Policiais Rodoviários Federais designados para a Operação Lábaro recuperaram, na tarde do último sábado (24), uma caminhonete Fiat Strada. Os agentes da lei realizavam fiscalização de trânsito na BR 421, no município de Ariquemes/RO, quando uma ultrapassagem em local proibido deu motivação à abordagem. Ao realizarem os procedimentos de inspeção veicular, os policiais observaram se tratar de um “clone”, pois a placa de identificação pertencia a outro automóvel. Consultas realizadas nos sistemas internos constataram a existência de um boletim de ocorrência de furto, registrado no Estado de Minas Gerais.

Em seu depoimento, o condutor disse ter pago o valor de R$ 18.000,00 (dezoito mil Reais), sem registrar o procedimento em cartório ou qualquer outro tipo de documentação, pois foi informado pelo negociante que a caminhonete era produto de FINAN/NP (situação em que um estelionatário compra um veículo parcelado, em nome de “laranjas”, e logo após deixa de honrar as parcelas). O motorista, residente da cidade de Buritis/RO, afirmou ter realizado a compra do automóvel no município de Perdizes/MG, com um cidadão de nome Marcelo, que supostamente trouxe o carro de Uberlândia/MG, após breve negociação por meio de um site da internet.

Consolidada a situação, o infrator da lei recebeu voz de prisão por Receptação (Artigo 180 do Código Penal), sendo encaminhado à Polícia Civil de Ariquemes para a lavratura do flagrante.

A Polícia Rodoviária Federal reforça que oportunidades de negócios milagrosas, como veículos vendidos muito abaixo do preço padrão, normalmente constituem ação de estelionatários. O cidadão comum, ao adquirir qualquer produto por preço incompatível com o valor de mercado, em tese, pode responder por crime de Receptação, que tem pena de um a quatro anos de reclusão (regime fechado).


FONTE: PRF/RO

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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