DETALHES DA NOTÍCIA


Publicado em 04/09/2019    422 Visualizações

Mãe reconhece roupa da filha encontrada junto à ossada em poço; marido é suspeito

Mesmo com o reconhecimento da família, a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) pediu DNA para confirmar a identidade da vítima.
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DHPP solicitou exame de DNA da ossada para confirmar identidade.

As vestes que estavam juntas com uma ossada, localizada dentro de um poço abandonado em Cuiabá, foram reconhecidas pela mãe de Kátia Oliveira Martins, 28 anos – desaparecida desde o ano de 2017. De acordo com a Polícia Civil, o marido de Kátia – que não teve o nome divulgado - é suspeito de ter matado a vítima e jogado o corpo no local. Ele está foragido desde a época do desaparecimento da mulher.

O cadáver foi localizado por um praticante de aeromodelismo, que visualizou a ossada dentro do poço artesiano, numa propriedade rural no km 11 da BR-251 (Estrada de Chapada), na tarde de domingo (02).

Conforme a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mesmo com o reconhecimento das vestes, será feito um exame de DNA para confirmar a identidade da ossada encontrada no local.

Um inquérito policial já investigava o desaparecimento da mulher desde o dia 10 de julho de 2017. Conforme relato, Kátia teria saído da casa da mãe com o marido e o filho de 7 meses com destino a casa da mãe do acusado.

 

RELEMBRE O CASO: MACABRO: Ossada é encontrada dentro de poço em MT; caseiro diz que pode ser filha que sumiu

A mãe da vítima tentou ligar várias vezes, mas não conseguiu. Ela acreditava que a filha estivesse bem na casa da sogra.

Tudo mudou no dia 19 de julho, quando a mãe do suposto agressor surgiu na propriedade com o filho do casal. A sogra de Kátia disse que a vítima foi procurar uma propriedade para morar com o marido na região do Lago do Manso, mas desde então a mulher nunca mais voltou.

O caso passa a ser tratado como homicídio e está sob investigação na DHPP.


FONTE: Repórter MT

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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