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Publicado em 05/09/2019    330 Visualizações

Atores e produtores de filme que simula sequestro da filha de Moro já estão na mira da PF

Os sequestradores exigem “Lula Livre” em troca da libertação da menin
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Por determinação do ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro, a Polícia Federal abriu inquérito policial para investigar o curta-metragem “Operação Lula Livre”, publicado por elementos de extrema esquerda em um canal do YouTube denominado Cactos Intactos.

Na produção criminosa, a filha do juiz que prendeu o “comandante” Lula da Silva é sequestrada.

Os sequestradores exigem “Lula Livre” em troca da libertação da menina.

 

Após o Jornal da Cidade Online denunciar o caso, a repercussão negativa foi enorme nas redes sociais e o vídeo acabou sendo retirado do ar.

Uma suposta explicação dos produtores foi divulgada.

“OPERAÇÃO LULA LIVRE é uma apologia ao pacifismo, à civilização e à democracia. O filme critica, ridiculariza e repudia a luta armada, se alguém não conseguiu entender o óbvio.”

Quem esses cretinos imaginam que enganam? Basta ver como o filme foi descrito no canal:

“Troca de reféns era artifício empregado pelos heróis da resistência à ditadura, com o propósito de resgatar combatentes da democracia dos porões da repressão nos anos 70. Não deveria ser diferente em tempos de bolsonazismo, ademais em se tratando do preso político mais importante do mundo, ao lado de JULIAN ASSANGE, segundo NOAM CHOMSKY: LULA. O filme OPERAÇÃO LULA LIVRE é uma elucubração fabulatória relativa à progressiva iminência desta eventualidade histórica.”

Praticaram na realidade uma verdadeira apologia ao crime e certamente sofrerão a agruras da lei.

Inconsequentes, agora atacam com deboche a família do ministro.

A PF precisa também descobrir quem financiou a produção.


FONTE: jornaldacidadeonline

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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