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Publicado em 05/09/2019    274 Visualizações

Estelionatário tenta sacar mais de R$ 57 mil e acaba preso com grande falsário

Também foi preso em flagrante o mandante do crime, Jorgiano M. da S., que estava com diversos documentos falsos, além de equipamentos para fazer as
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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio do Núcleo de Combate às Defraudações, com auxílio de agentes da Patrimônio, prendeu em flagrante Hélio S. C., no momento em que ele tentava realizar o levantamento de um precatório de mais de R$ 57 mil com uma RG falsa, em uma agência bancária da Capital.

Também foi preso em flagrante o mandante do crime, Jorgiano M. da S., que estava com diversos documentos falsos, além de equipamentos para fazer as falsificações.

Segundo as investigações, os criminosos fazem parte de um bando que abria contas bancárias na Capital para praticar golpes que causaram enormes prejuízos às vítimas.

Os policiais informaram que receberam uma ligação do gerente do banco relatando que um homem aparentando está nervoso, estaria tentando sacar R$ 57 mil referente a um precatório de uma pessoa do Estado de Minas Gerais.

Na agência bancária, os policiais constatam que a documentação apresentada pelo criminoso era falsa. Ele estaria se passando pelo verdadeiro proprietário do precatório.

Preso, Hélio disse para os policias que Jorgiano teria prometido o valor de R$ 1000 para que ele abrisse uma conta bancária com um documento falso e fosse até a agência sacar o dinheiro.

O preso informou para os policiais o endereço de um ponto comercial onde Jorgiano poderia estar localizado no Bairro JK, na Zona Leste de Porto Velho. Ele foi abordado em um veículo no momento em que chegava ao local.

Dentro do carro, os investigadores encontraram impressoras, uma arma de fogo calibre 38, várias munições, 11 cartões de crédito em nome de várias pessoas, 88 documentos entre RG e CNHs, notebooks e vários envelopes para depósito bancários.


FONTE: Rondoniagora

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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