DETALHES DA NOTÍCIA


Publicado em 01/10/2019    147 Visualizações

Polícia Civil deflagra operação e faz buscas em empresa de táxi aéreo

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na sede da empresa Rima- Rio Madeira Táxi Aéreo.
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A Polícia Civil, através da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da capital, deu início na manhã de hoje a cumprimento de mandados de busca e apreensão, na sede da empresa Rima- Rio Madeira Táxi Aéreo, bem como na residência de alguns funcionários inaugurando a fase ostensiva da denominada “Operação Mendaz”.

As equipes de policiais da Draco, os policiais civis da Deco/MS e servidores da Anac, numa operação conjunta, cumpriram os mandados de busca e apreensão, no intuito de encontrarem material para subsidiar a investigação de falsidade ideológica e outras fraudes nos diários de bordo das aeronaves da empresa – além, de outras irregularidades administrativas.

Operação Pouso Forçado

A ação desta manhã é resultado da investigação materializada no Inquérito Policial nº 022/2017-DRACO, que teve início a partir da apreensão de materiais que ocorreu no cumprimento das medidas cautelares exauridas na operação Pouso Forçado em abril do corrente ano. Ao analisar os documentos apreendidos os policiais civis encontraram fotocópias de páginas de diários de bordo, as quais, cotejadas com as páginas originais, indicavam adulterações nas horas de voo.

A normativa que regula o preenchimento dos diários é taxativa quanto à imprescindibilidade das informações e dados referente aos voos e jornada de número de horas e ciclos para a manutenção e inspeção das aeronaves. As informações fidedignas sobre o lançamento de horas e ciclos no Diário de Bordo, mantêm a condição de navegabilidade das aeronaves, de forma que o retardo em suas manutenções faz com que fujam da inspeção no tempo devido e naveguem em condições não seguras.

A investigação busca identificar os responsáveis pela adulteração nos livros de diários de bordo, bem como verificar outras possíveis falsidades e fraudes perpetradas pelos servidores e responsáveis da empresa.

Com o material apreendido na data de hoje, a ANAC, na seara administrativa e a Polícia Judiciária, por meio dos peritos criminais - poderão confrontar as informações prestadas nos documentos apreendidos.

O nome da operação

O adjetivo Mendaz em um de seus significados é mentiroso ou falso, o que remete às informações lançadas em livros Diários de Bordo apreendidos.


FONTE: ASSESSORIA

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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