DETALHES DA NOTÍCIA


Publicado em 09/10/2019    152 Visualizações

Operação da PF em garimpo clandestino no MT termina em confronto e morte de Ji-Paranaense

Ações estão previstas para acontecer ao longo da semana para impedir que os garimpeiros retornem para o local.
Compartilhar
Imagem de redes sociais

A Polícia Federal confirmou uma morte na 2ª fase da Operação Trype, que combate a extração ilegal de minérios num garimpo clandestino instalado em Aripuanã (MT). Segundo a PF, a vítima é um homem que morreu em confronto com policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), no início da tarde de segunda-feira (7).

A assessoria da Polícia Militar ainda não se manifestou. A vitima José Mária dos Santos, foi alvejado por disparos de arma de fogo, ele chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal Santo Antônio, mas não resistiu.

Uma enfermeira da unidade relatou ao AGORA MATO GROSSO que quando ela assumiu o turno de serviço, o homem já estava morto. Ela não soube informar se ele chegou vivo ou se morreu a caminho do hospital.

Uma outra informação extra-oficial, é que uma mulher também teria sido atropelada após impedir uma viatura da polícia passar e ficou na frente do veículo e foi atropelada. Horas depois não resistiu e veio a óbito.

Cerca de 160 policiais, além de servidores do Ibama e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Mato Grosso – Sema/MT atuam na operação. Ações estão previstas para acontecer ao longo da semana para impedir que os garimpeiros retornem para o local.

Ainda não há informação sobre prisões ou materiais apreendidos, porque o local não tem comunicação via celular ou internet. Esta é a 2ª fase da operação, sendo que a 1ª fase foi realizada há 11 dias nas cidades de Juína, Aripuanã, Alta Floresta e Paranaíta. Elas foram motivadas pela apreensão de uma aeronave, carregada com 6,51 kg de ouro, que aconteceu em junho deste ano.

José Mária dos Santos, era morador do bairro Capelasso em Ji-Paraná.

 


FONTE: Agoramt

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







  • COMENTÁRIOS DO FACEBOOK

    PUBLICIDADE