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Publicado em 27/10/2019    416 Visualizações

CRIME: Advogado é preso por importunação sexual contra duas motoristas de aplicativo

O advogado declarou que está na capital para fazer uma prova de magistratura do Tribunal de Justiça e que não forçou nenhuma mulher a nada.
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O advogado declarou que está na capital para fazer uma prova de magistratura do Tribunal de Justiça e que não forçou nenhuma mulher a nada.

Um advogado de 36 anos foi preso no sábado (26) pelo crime de importunação sexual contra uma motorista de aplicativo de 41 anos em frente a um hotel na Avenida Alexandre Guimarães com Rua Miguel Chaguiam, bairro Nova Porto Velho, na capital de Rondônia. Ele também é suspeito de cometer crime idêntico contra outra motorista de aplicativo, de 42 anos.

 Segundo o boletim de ocorrência, a vítima teria sido solicitada para buscar o homem em um restaurante na Avenida Jorgre Teixeira, próximo da rodoviária e quando chegou na frente do hotel para desembarcar o passageiro ele teria tentado beijá-la na boca por duas vezes, mas a vítima virou o rosto.

 A motorista de aplicativo então avisou outros companheiros de profissão e acionou a PM. Quando policiais militares do Batalhão de Choque chegaram, vários motoristas de aplicativo revoltados com o crime cometido pelo advogado estavam na frente do hotel afirmando que iam arrebatar o suspeito de dentro do hotel.

 Sob forte escolta, o advogado foi retirado preso do hotel e levado para a Central de Flagrantes. Durante a ocorrência, outra motorista de aplicativo denunciou o homem por ter a importunado ainda na madrugada de sábado em frente ao mesmo hotel. "Ele queria me dar R$ 200,00 para eu ir em um motel com ele e não aceitei. Ele quis também manter relação sexual comigo dentro do meu carro", disse a mulher.

 O advogado declarou que está na capital para fazer uma prova de magistratura do Tribunal de Justiça e que não forçou nenhuma mulher a nada. 


FONTE: RONDONIAVIVO

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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