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Publicado em 02/12/2019    125 Visualizações

Mauro Nazif critica projeto sobre privatização da água e do saneamento

“A Energisa deveria ter saído de lá, de Rondônia há muito tempo, a tarifa subiu mais de 100% a partir da entrada da empresa, com casos que chega
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“A Energisa deveria ter saído de lá, de Rondônia há muito tempo, a tarifa subiu mais de 100% a partir da entrada da empresa, com casos que chegam a 300% de aumento”, disse Nazif

 

Na quinta (28), Nazif utilizou a tribuna do Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília para tratar do Projeto de Lei 3261/19, que fala sobre a privatização do setor de abastecimento de água e saneamento.

 

Durante sua fala, Nazif citou a privatização do setor elétrico e especificamente seu estado, Rondônia, que teve o setor de energia privatizado permitindo a entrada da empresa Energisa. “A Energisa deveria ter saído de lá, de Rondônia há muito tempo, a tarifa subiu mais de 100% a partir da entrada da empresa, com casos que chegam a 300% de aumento”, disse Nazif.

 

Quanto a privatização da água e saneamento, hoje os municípios podem ou não privatizar, é opcional. “Agora, querem privatizar no período de até 12 meses. Temos que nos perguntar o que significa privatizar a água? A privatização por si só já bota uma empresa para tomar conta daquele setor. A empresa que privatiza visa uma coisa só: lucro. Ora, se o que querem é lucro, vão entrar nos municípios maiores, onde se tem maior retorno, mas as pequenas localidades, onde o serviço é feito por programas sociais de empresas estatais, vão deixar de ter sua água”.

 

E por fim, reitera sua preocupação com relação ao aumento das tarifas e a perda da qualidade do serviço, como no caso do setor elétrico, através da Energisa em Rondônia. “É um crime o que querem fazer, em um momento que se tem o congelamento do salário mínimo, as pessoas vão viver para pagar conta de água e luz, isso é muito cruel com a população! Semana que vem a matéria entra em pauta, precisamos nos unir para derrubar esse malefício que estão fazendo as pessoas do nosso país!”, conclui Mauro Nazif.


FONTE: Assessoria






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