DETALHES DA NOTÍCIA


Publicado em 06/01/2020    283 Visualizações

Policial rodoviário é encontrado morto dentro de casa com marca de tiro na cabeça

Caso está sendo investigado para apurar como aconteceu a morte do policial
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O policial rodoviário federal, José Klesio Carias de Freitas de 35 anos, foi encontrado morto dentro de sua casa na manhã deste domingo (05), em Vilhena. A vítima apresentava uma perfuração de arma de fogo em sua cabeça. Uma investigação foi aberta para apurar se o policial foi vítima de um assassinato ou se cometeu suicídio.

De acordo com informações de uma nota que foi emitida pela Polícia Rodoviária Federal –PRF em Rondônia, Carias como era chamado na corporação, não compareceu ao seu plantão durante o domingo, o que chamou a atenção dos companheiros. Uma equipe deslocou até a casa dele, no interior da qual o policial foi encontrado sem vida, com uma perfuração na região da cabeça, decorrente de disparo de arma de fogo.

O local foi isolado e a perícia técnica foi acionada para registrar o caso.

Confira a Nota da Polícia Rodoviária Federal:

No final da manhã deste domingo (5), o PRF José Klesio Carias de Freitas, de 35 anos, foi encontrado morto em sua residência, na cidade de Vilhena (RO).

O policial não compareceu ao serviço no dia de hoje, razão pela qual uma equipe deslocou até a casa dele, no interior da qual Carias foi encontrado sem vida, com uma perfuração na região da cabeça, decorrente de disparo de arma de fogo. As circunstâncias do incidente estão sendo investigadas pelos órgãos competentes.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) está em contato com a família do agente, que estava lotado na 4 Delegacia, em Vilhena, e prestando o apoio necessário à situação.

A PRF lamenta extremamente o ocorrido e se solidariza com familiares e amigos de Carias, que sempre prestou seu serviço de forma exemplar, não poupando esforços para honrar a Gloriosa.

Núcleo de Comunicação Social – RO


FONTE: JORNAL RONDONIAVIP

Aos leitores, ler com atenção

*Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.*







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