DETALHES DA NOTÍCIA


Publicado em 11/08/2017    103 Visualizações

PESQUISA MOSTRA QUE 19% DOS HOMENS EM RONDÔNIA NÃO ASSUMEM A PATERNIDADE

A Pesquisa Gravidez Indesejada no Brasil – Estatísticas, Motivos e Consequências, realizada pelo portal Trocando Fraldas com 12.000 brasileiras mostra que em casos de gravidez não-planejada, 11% dos pais não assumiram a paternidade. A pesquisa  mostra ainda que 56% das mães já engravidou sem planejamento e 60% porque não houve prevenção.
A rejeição da paternidade é maior está na região Norte, com 16%; já na região Sul é de apenas 7%.
Nos estados de Rondônia a fuga da responsabilidade paterna é de 19% . Na capital, Porto Velho,  o índice é de 10%. No Maranhão, a rejeição é de com 20%. No Rio Grande do Norte e Santa Catarina a taxa é a menor, mal chega a 7%.  Em São Paulo,90% dos homens assumem a paternidade, no e Rio de Janeiro, 91%.
Promundo
Em novembro de 2016, foi lançado o primeiro relatório Situação da Paternidade no Brasil pelo Promundo, o foco era reunir os principais estudos realizados nas últimas duas décadas para expor as evidências do impacto positivo do envolvimento do homem no papel do cuidado, principalmente no que se refere à saúde materno-infantil. Apesar de estudos significativos sobre o assunto, não há dados concretos sobre a situação da paternidade no Brasil.
Trabalho igualitário
O relatório da Trocando Fraldas visa promover a discussão sobre quando público masculino se responsabiliza de forma igualitária pelo trabalho doméstico e de cuidado não-remunerado, abre espaço para que as mulheres possam desenvolver seu papel profissional, que de acordo com dados de 2012 do Banco Mundial, representa 40% da força de trabalho no mundo.
A discussão não está encerrada, a abordagem sobre o tema paternidade no Brasil tem ganhado força e já há evidências o bastante de que o cuidado com os filhos não é atividade exclusiva feminina, porque o papel do cuidado e educação não está limitado a apenas um gênero.
Fonte
Situação da Paternidade no Brasil. 1ª edição Rio de Janeiro. Instituto Promundo, 2016.

Pesquisa mostra que 19% dos homens em Rondônia não assume a paternidade
Em Porto Velho este percentual cai para 10%

De quem é a responsabilidade do cuidado com os filhos? Ainda por influência patriarcal e machista, a resposta da maioria da população a essa pergunta será: da mulher. Mas essa visão em relação aos cuidados com as crianças tem sido discutida com foco em desconstrução de preconceitos nas últimas duas décadas, por esse motivo, tem se falado tanto em paternidade e na importância desse papel social na mesma medida que a maternidade no Brasil.
Em novembro de 2016, foi lançado o primeiro relatório Situação da Paternidade no Brasil pelo Promundo, o foco era reunir os principais estudos realizados nas últimas duas décadas para expor as evidências do impacto positivo do envolvimento do homem no papel do cuidado, principalmente no que se refere à saúde materno-infantil. Apesar de estudos significativos sobre o assunto, não há dados concretos sobre a situação da paternidade no Brasil.
Este relatório visa promover a discussão de que quando o público masculino se responsabiliza de forma igualitária pelo trabalho doméstico e de cuidado não-remunerado, abre espaço para que as mulheres possam desenvolver seu papel profissional, que de acordo com dados de 2012 do Banco Mundial, representa 40% da força de trabalho no mundo.
Paternidade com a mesma importância da maternidade


FONTE: RONDONIAOVIVO- Publicado por Franciely Ribeiro









  • COMENTÁRIOS DO FACEBOOK



    ..::TV BURITI NET::..

    PUBLICIDADE