Criança estuprada faz aborto e é transformada em criminosa por xiitas fanáticos

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Realmente não há como se compreender o que está ocorrendo neste Brasil, antes um país pacífico, onde grupos de pessoas, em nome de ideologias e religiões (que merecem respeito, todas, mas não os merecem os muitos xiitas que elas frequentam), condenam uma criança dez anos, como se criminosa fosse, por ela ter sido autorizada a abortar um feto, resultado de abusos sexuais que a menina sofria desde os seis anos de idade. Ou seja, os psicopatas sociais, em nome das suas crenças e loucuras ideológicas, ignoram a tragédia pessoal vivida por uma criança, estuprada, aviltada, destruída por um canalha, para mudar o foco da tragédia. A culpada é a menina. Não vítima. Culpada. Criminosa. Ora, convenhamos: quando um país chega nesse estágio de extremismos (embora de alguns poucos, mas que, infelizmente, representam muita gente que pensa igual), é porque estamos mesmo caminhando para a beira do abismo! Em nome de crenças e posições políticas, esses grupos insanos aceitam arrasar com uma criança, só para satisfazer seus egos doentes; porque se acham donos da única verdade, porque pensam ter o poder sobre a vida alheia e os destinos de todos, principalmente dos que não pensam como eles. Quem é contra o aborto, que pare de ler por aqui. Vá procurar outra leitura, até porque as há, em grande maioria, contra a liberdade das mulheres quererem ou não ter filhos. Preferem a hipocrisia das clínicas clandestinas, onde milhares de mulheres pobres morrem, enquanto as que têm dinheiro fazem o aborto em ambientes tranquilos e seguros. Mais que isso a liberdade individual da escolha deveria ser sagrado. Não o é em alguns países (no Brasil também), muito mais por questões religiosas do que sociais.

A hipocrisia ignora as milhões de crianças que vêm ao mundo para viverem na pobreza extrema ou na miséria. Nem os programas de controle de natalidade dos governos funcionam e, quando raramente existem, também são alvos de ataques e críticas dos mesmos xiitas. Preferem que mães solitárias, elas também vindas da miséria, tragam ao mundo crianças que, em sua quase totalidade, jamais terão alguma chance de ao menos um pouco de dignidade, neste país onde a hipocrisia predomina e muitos desses que vociferam contra o aborto, relacionam-se com menores. Quando elas engravidam, querem é se livrar do problema. Exagero? Acusação falsa? Quem pensa assim, deve procurar se informar melhor. No caso da criança que fez o aborto autorizado pela Justiça, mesmo com o berro idiotizado de fanáticos, não havia outro caminho. No caso do estuprador, pouco se falou. Ele e milhares e milhares como ele continuarão atacando crianças, porque, ai de quem ousar sugerir que deveriam ser castrados, física ou de forma química! Não pode! Afinal, estuprador também tem direitos humanos. Quem não os têm são as crianças que eles abusam.

 

 

Fonte:Sérgio Pires

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