Deputado Adelino Follador insiste na redução do ICMS sobre combustíveis e alimentos

O deputado Estadual Adelino Follador (DEM) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa na sessão desta terça-feira, 02, para voltar a defender a redução dos impostos estaduais sobre os combustíveis e sobre os alimentos que compõem a cesta básica de alimentos.

Com relação aos produtos que compõem a ração mínima de uma família, o deputado destacou que este é o momento do Governo do Estado pensar na população, especialmente nas famílias mais carentes, cujo poder aquisitivo foi muito reduzido neste ano de pandemia, pois a possível redução do ICMS sobre os alimentos, fará com que os produtos básicos fiquem um pouco mais acessíveis. Adelino enfatizou que não é preciso abrir mão do imposto por completo, mas que o governo deve encontrar uma fórmula para não cobrar a diferença nos valores que sofreram reajustes no último ano.

Sobre o preço dos combustíveis, o deputado democrata registrou a manifestação feita em todo o estado pelos motoristas de aplicativos na manhã desta terça-feira, 02, e se disse favorável ao ato, pois “ninguém mais aguenta o preço dos combustíveis, que aumenta quase toda semana.

Para o deputado o Presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) está fazendo um esforço para zerar a cobrança dos impostos federais sobre o óleo diesel e o gás de cozinha e que o governo do estado de Rondônia precisa também fazer a sua parte, reduzindo a incidência do ICMS.

Segundo Adelino, o atual preço cobrado pelos combustíveis no Brasil todo é um absurdo e parece que quanto mais se fala, mais a Petrobrás faz questão de aumentar, mesmo tendo anunciado lucros astronômicos nos últimos trimestres.

“Parece que a Petrobrás faz de propósito. Enquanto todos pedem a redução dos preços, a empresa estatal anuncia um aumento atrás do outro, castigando cada vez mais a população, pois com o aumento dos combustíveis, aumenta tudo, desde o preço da comida até o preço dos medicamentos, exatamente nesta época difícil em que estamos vivendo”, disse.

 

 

 

 

FONTE:ASSESSORIA

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