SUSPEITA: Empresa é acusada de fraudar laudo para ganhar contrato de alimentação com hospital

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Com a pandemia do Coronavírus o sistema público de Saúde brasileiro foi colocado frente a uma demanda de pacientes e serviços nunca vistos anteriormente.
Manutenção, limpeza, alimentação, são alguns dos itens básicos de uma unidade hospitalar. Para isso é necessário à abertura de contrato entre o Governo e fornecedores, o que pode dar margem para que empresas sem capacidade comprovada busquem realizar esses serviços valendo-se da atual situação pandêmica, que requer emergência em todas essas ações.
Sem capacidade técnica?
Um exemplo dessa situação é o que vem acontecendo no estado de Rondônia, onde uma empresa vencedora do chamamento público para fornecer alimentação para servidores e pacientes da Assistência Médica Intensiva – AMI, ponto avançado de atendimento à pacientes infectados com a COVID-19, foi acusada de apresentar um laudo de capacidade técnica inverídico.
O contrato em caráter emergencial teria a duração de 180 dias e a empresa que conseguiu o contrato foi a Caleche Comércio e Serviços. Porém, logo após a aprovação do contrato pela Procuradoria da Secretaria Estadual de Saúde – SESAU, os atestados apresentados pela Caleche foram contestados.
O Day Hospital Center Clínica, que emitiu o atestado se recusou a comprovar as quantidades relatadas no documento apresentado. Deixando todo o processo em suspeição.
Para realizar esse serviço a Caleche receberá o valor total de R$ 472.391,10 pelos 180 dias de serviços de alimentação.
Histórico ruim
O representante da Caleche possui histórico de atitudes semelhantes a essa, a exemplo do ano de 2013 quando ele acabou multado e tendo sua empresa considerada como inidônea após uma constatação do Tribunal de Contas Estadual – TCE/RO de que ele havia apresentado um atestado inverídico para conseguir um contrato público.
A empresa anterior se denominava Scarone & Fialho.
Serviço importante
Agora, o fornecimento de alimentação para pacientes em tratamento por COVID-19 e servidores da AMI, pode ficar por conta de uma empresa suspeita de não possuir a estrutura e capacidade de oferecer o serviço de forma plena.
Cabe a empresa se manifestar para comprovar que realmente possui a capacidade técnica verossímil a descrito no laudo apresentado.
FONTE:Rondoniaovivo
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